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Entrevista: Little Nation fala sobre seus planos para 2017

Little Nation

A ideia da dupla surgiu através de um amigo em comum de Henry e Samille, que acreditava que ambos formassem um bom time de composição, e parece que ele estava muito correto disso né não?! A parceria começou em 2010 e seu primeiro EP foi “Just Stay“.

Henry, ou melhor, Rique Azevedo, tem uma longa jornada no mercado da música. Já compôs e produziu faixas como “Dig Dig Joy” e “Desperdiçou” ambas gravadas pela ex-dupla Sandy & Júnior, além de compor e produzir grandes canções, Rique também teve um passagem pela Universal Music como coordenador artístico.

Antes de aterrissar no som do Little Nation, Samille já trabalhou com o DJ e Produtor Fernando Deeplick em um projeto indie electro-pop. Trabalho esse, que foi resultado da faixa “Fly”, gravada pela cantora Wanessa em parceria com Ja Rule, que segundo o site Crowley Broadcast Analysis Brasil, foi a música pop mais tocada nas rádios brasileiras em 2009.

O nome “Little Nation” surgiu através de composições.

Após diversas sessões super produtivas compondo músicas, onde várias dessas foram consideradas muito pessoais para serem dadas a outros artistas. Little Nation surgiu de uma música que foi composta, porém não produzida.

“Queremos que o Little Nation seja uma forma de expressão artística que nasce com cada canção e cria diferentes resultados dependendo do ouvinte. Pode ser uma pintura, uma escultura, uma coreografia, contanto que venha do sentimento que a canção traz. Tudo começa com a música.” diz Henry.

Hoje em dia o duo apresenta suas canções em teatros espalhados por todo Brasil e trabalham cada dia mais para que tenham um maior reconhecimento de seu trabalho.


Nossa Equipe entrevistou o Duo e bom, agora já conhecem um pouco sobre eles, vamos ouvir o que eles tem pra nos falar e também conferir/ouvir sobre o trabalho deles:

1. Vocês compõem músicas em português e inglês. Há algum motivo específico em utilizar as duas línguas?

Samille: as músicas foram nascendo assim, naturalmente. Eu lembro que quando a gente fez Just Stay, a gente já vinha compondo em português para outros artistas. Mas quando a gente resolveu sentar para compor sem um destino certo, sem pensar em quem poderia cantar, a Just Stay simplesmente veio. E ela nasceu assim, em inglês, a gente gostou da maneira como ela soava e sentimos que a mensagem tinha sido passada. Eu já tinha o costume de escrever em inglês, o Rique já tinha costume de cantar em inglês.

O trabalho inteiro é assim. Nasceu naturalmente, sem a gente pensar no idioma de cada música. A gente não compunha pensando nisso, na língua, na questão de mercado. Como eu sou professora de inglês, tenho a língua há muito tempo na minha vida, para mim é muito natural pensar em inglês. É tão fácil como o português.

2. Como é a experiência em trabalhar em duo? Vocês encontraram alguma dificuldade na hora de compartilhar as ideias?

Samille: É ótima. Eu acredito que seja mais fácil até do que uma banda maior, com muitas outras ideias. A gente se dá muito bem, se entende e se respeita. Ouvimos sempre as ideias um do outro, conversamos muito.

No final das contas, temos o mesmo objetivo sempre. O Little Nation é como se fosse nosso filho.

3. Quais são os planos para 2017?

Samille: 2017 tá começando agora e como a gente sabe que as coisas acontecem depois do Carnaval, já estamos montando uma agenda de shows. A apresentação de lançamento será dia 15 de março, no teatro Virada Lata, em São Paulo.

Estamos atrás de outros lugares, pelo Brasil todo, que tenham a ver com a nossa proposta, pra levar nosso som pro maior número de pessoas possível. Esse é o plano principal para 2017.

4. O som do álbum “HUM” é muito único. Vocês sempre tiveram em mente o estilo folk/pop, ou simplesmente aconteceu?

Samille: a gente nunca pensou em um segmento de música, num estilo musical. Ela simplesmente nasceu desse jeito, assim como as outras músicas. A gente se sentiu tão a vontade com aquilo que simplesmente seguimos. Foi um caminho natural prá gente.

Rique: isso. Foi muito espontâneo.

5. Como foi processo de criação do álbum “HUM”? Ele atingiu as expectativas de vocês?

Rique: com certeza. Excederam as nossas expectativas. A gente tem muito prazer de ouvir o disco. A gente tem muito orgulho desse álbum.

6. Quais são suas influências e gostos no ramo musical atualmente?

Rique: eu gosto muito de música indie rock, gosto de Imagine Dragons, Muse, minha banda preferida é U2. Eu escuto muito música gringa, mas ultimamente tenho ouvido coisas ótimas por aqui, como o Tiago Iorc, essa coisa do voz e violão, Anavitória, um artista muito bom chamado Phill Veras.

Samille: eu gosto muito de música pop. Na adolescência sempre gostei de boy bands. Sempre gostei e fui ligada a essa coisa alegre do pop. Hoje em dia estou muito nostálgica e voltando a ouvir muito isso.

Além disso gosto muito de cantoras, mulheres, principalmente as que compõe, porque me identifico. A Sia, a Taylor Swift, a Mariah Carey, Jassie J, Adele.

7. Nos conte como foi a experiência de vocês gravarem o clipe de “Unknown”.

Rique: a gravação desse clipe foi uma aventura maravilhosa, deliciosa. A gente foi pra Chapada dos Veadeiros, que é um lugar muito mágico, tem uma coisa de energia, de natureza. Eu já conhecia a região e sugeri pra Samille porque achei que a música tinha o clima do lugar.

Samille: Ficamos quatro dias lá gravando, com uma equipe bem enxuta. Foi uma força tarefa mesmo, todo mundo embarcou na ideia. Ficamos muito felizes com o resultado, confiamos cegamente nos diretores e saiu do jeito que a gente queria.

8. Como vocês definiriam Little Nation?

Rique: a gente tem a simplicidade do folk, pelo fato das canções nascerem do violão e voz. Ao mesmo tempo a gente coloca um pouco do requinte em estúdio, na produção, do pop, já que temos essa vertente muito forte. Então a gente a gente classifica como folk pop, como gênero.

Samille: eu nos vejo como contadores de história. Nas letras a gente fala não só de amor, que é um tema comum na vida de todo mundo, mas a gente fala muito sobre a vida também, conflitos internos, a gente quer que as músicas se tornem a trilha da vida das pessoas.

9. Qual música do álbum vocês mais gostam de cantar?

Samille: a parte que eu mais gosto do show é quando vai entrar Silence. É uma música animada, o ao vivo dela sai diferente do disco, sai mais gingada e as pessoas se envolvem muito.

Rique: eu gosto muito de Talvez, que é uma música que a gente divide os vocais, e amo tocar Just Stay, por ser a primeira música que fizemos, ela tem uma coisa muito especial.

10. Qual experiência vocês ainda não tiveram e estão ansiosos para que aconteça?

Samille: ah, ganhar um Grammy, né (risos).

Rique: a gente tem um sonho muito grande de fazer parte de trilhas de filmes ou de uma série. Tocar no Rock in Rio seria um sonho também.

11. Gostariam de deixar um recado para os fãs e leitores do site?

Queremos agradecer primeiro a oportunidade de falar sobre a nossa música. E agradecer ao carinho dos fãs. Espero que curtam muito o EP e nos encontramos na estrada.


Para acompanhar mais o trabalho da banda, você pode acessar: http://www.littlenationmusic.com/

E ai, o que achou da nossa entrevista? Quem você gostaria de ver na próxima?

Entretenimento Música Destaque

Entrevista: Vitor Kley fala sobre sua carreira no ramo musical

O amor pela música surgiu desde muito cedo, e com somente 10 anos de idade ele deu início à suas próprias composições. Hoje, aos 22 anos, Vitor já cruzou o Brasil de norte a sul e leste a oeste, realizando seu show em diversos estados como Ceará, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, além de seus estados de residência e nascimento – Santa Catarina e Rio Grande do Sul, respectivamente – e ainda shows realizados na Argentina e no Uruguai.

O músico já possui dois CDs independente lançados: Eclipse Solar (2009) com a produção de Déio Tambasco e Luz a Brilhar (2013), produzido por Armandinho, considerado seu padrinho musical, onde teve a oportunidade de viajar junto a ele durante três anos, fazendo aberturas e participações em shows.

Somente em 2016, ele foi contratado pelo o Midas Music, do consagrado produtor Rick Bonadio, e com ele Vitor lança seu mais recente trabalho, o primeiro EP da carreira. Com uma nova ‘cara’ e com sete músicas autorais, o EP inclui o hit ‘Dois Amores’, além da sua nova música de trabalho ‘Armas A Nosso Favor’.

E nossa equipe O Gabriel Lucas, conversou com Vitor Kley sobre toda essa repercussão no ramo musical.

1. Conte-nos como você deu início à sua carreira musical.

Minha paixão pela música começou logo cedo. Minha família (por parte de mãe) tem uma veia musical muito forte. Aprendi a tocar violão com 9 anos e dali pra frente não soltei mais o instrumento. Larguei os outros brinquedos e só me dediquei à musica. Eu não sempre sonhei, mas quando as coisas começaram a dar certo, quando eu tinha por volta de 12 anos, eu comecei a levar a musica mais a serio, então naturalmente as coisas começaram a acontecer de verdade.

2. Notamos que algumas de suas músicas envolve uma segunda pessoa, um visível amor. Essas composições tem algum toque de verdade de tais experiências pessoais? Se sim, quais músicas?

É impossível não colocar minhas experiências e sentimentos nas letras.   “A Noite Cai”, “Onde Você Está”, “Dois Amores”, “Avião de Papel”.

3. Quais são suas influências no ramo musical, atualmente?

Oasis, Cazuza/Barão Vermelho, Ed Sheeran, Bruno Mars, Coldplay, John Mayer, The Black Keys, Phillip Phillips. Eu acredito que todos esses artistas tenham uma pegada pop, mas todos carregam sua essência, e essa é uma das coisas que mais valorizo.

4. Como surgiu a ideia de compor a canção “Armas a Nosso Favor”?

Foi um amigo que disse a frase “hoje em dia a gente não sabe quem é que tá do nosso lado” e a partir dai eu comecei a perceber que essa frase se encaixa em vários assuntos, como social e no lado pessoal das pessoas, então comecei a fazer meu próprio desabafo, já o refrão da música é a resposta para o meu desabafo. Acredito que nós temos as ferramentas para trazer o bem para as pessoas, basta você querer.

5. No álbum Eclipse Solar, há músicas que foram compostas quando você tinha somente 14 anos. E agora, sendo um pouco mais velho, você nota alguma mudança na escrita durante esse processo de amadurecimento da fase adolescente?

Noto muita diferença. Eram outros tempos, eu tinha outra cabeça e estava vivendo outra fase. Quando a gente cresce, tudo cresce junto com a gente. Tanto as composições, quanto a musicalidade amadureceram junto comigo.

6. Qual é a sua tática para compor uma música? (ex: É preciso estar em um lugar calmo..?)

Não existe uma fórmula, as vezes eu começo pela levada do violão, como posso estar andando na rua e a frase vir na minha cabeça. O que importa é estar atento e ligado para não deixar a inspiração ir embora, mas normalmente eu consigo escrever quando eu estou sozinho com o violão e o caderno.

7. Qual tarefa ou projeto você considera sua mais significativa marca na carreira até agora?

Uma coisa só é impossível dizer, mas estar em contato com o meu público diariamente, fazer shows e músicas para eles é o que faz a diferença.

8. Sabemos que você teve que sair de sua cidade e se mudar para São Paulo, para dar um grande avanço na sua carreira profissional. Como foi sua adaptação na cidade grande, e ter que lidar com a distância dos parentes/amigos?

A gente tem que abrir mão de algumas coisas para correr atrás dos nossos sonhos, eu estou me sentindo muito bem em São Paulo, já moro aqui há quase 2 anos e como estou direto na estrada, sempre acabo passando em casa para ver a galera.

9. Qual música do mais recente álbum, você gosta de cantar?

Gosto muito de cantar “Onde Você Está”.

Agora responda a primeira coisa que vier em mente:

  • Música para você é? Vida
  • Um vício? Chocolate
  • Um sonho? Indonésia
  • Um momento especial que marcou sua história no ramo musical? Todo dia tenho momentos especiais, quando recebo as mensagens de carinho da galera que curte meu sonho.

Para saber mais sobre ele, agenda de shows e músicas, acesse: www.vitorkley.com.br

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O Que Achamos de Internet – O Filme

Muito meme, curtição, beijos, e vários youtubers! O filme promete muita risada com os diversos tramas exibidos. Era pra ser apenas um evento, mas acabou se transformando numa festa cheia de disputas.

Crédito: Aline Arruda

Tem a história dos três amigos que disputam uma viagem para Los Angeles e fazem uma aposta louca no meio da balada, a do casal que roubou o cachorro de um mendigo o transformou o bichinho em um astro da internet, a do youtuber do momento que começa a perder seguidores e se enrola cada vez mais na tentativa de voltar ao topo, a do outro que acaba contratando um fã como assistente pessoal e se envolve em altas confusões, a do mestre em games que é sequestrado por um fanático que quer ganhar o campeonato, a do casal que ganha mais prestígio a cada post romântico e a da garota mal-humorada que detesta internet mas que acaba virando uma web celebridade.

Além dos youtubers principais, no elenco apresenta participações especiais do Raul Gil, Mr.Catra e Christian Figueiredo.

O filme é preenchido de diálogos, e é bem notável que os youtubers tiveram a liberdade de soltar a imaginação e improvisar, criando suas próprias falas cômicas. É perceptível também a quantidade de expressões faciais espontâneas, o que nos faz esquecer por um instante que eles nem se quer são atores, pois, o empenho que eles tiveram com os seus respectivos personagens foi incrível. O ponto negativo, foi eles terem forçado o uso de palavrões para que o filme se tornasse algo ainda mais engraçado.

Em algumas partes, vai ter uma reprodução dos momentos mais épicos da internet, então pra quem sempre esteve conectado com o mundo virtual e com os memes, irá rir bastante. Pra quem gosta deste estilo de filme que tem a energia bem lá pra cima, onde a algazarra toma conta de tudo e todos são eufóricos,  esta é a melhor opção de estreia nos cinemas.

As cenas, e quase todo o filme, é carregado de um cenário com muitas cores quentes e uma temperatura bem carregada, com o visual que enaltece a “vida” do filme. Eles capricharam na hora de enfeitar todo o quadro, pois é impossível manter os olhos fixados em só uma coisa durante as cenas.

E como se trata de um evento com o clima adolescente, na trilha sonora eles incluíram muita música animada do estilo pop e de preferência as mais conhecidas atualmente, aproximando os telespectadores com a vibe da festa que o filme apresenta.

A direção do filme ficou por conta do Fillipo Capuzzi, que já recebeu vários troféus de Melhor Direção e Curta Metragem ao redor do mundo, e com toda sua experiência na bagagem, ele teve a oportunidade de dirigir pela primeira vez, este filme, como uma longa-metragem.

O ponto positivo, é o bom astral que o filme nos proporciona do início ao fim e para os fãs, certamente, em ver seus youtubers prediletos reunidos. Os efeitos visuais são bem cativantes, e as histórias desenvolvidas nos faz querer assistir ao filme de novo. Obviamente, por se tratar de internet, é um filme que acabamos por nos identificar os gostos.


FICHA TÉCNICA:

INTERNET – O FILME

Gênero: Comédia
Roteiro: Rafinha Bastos, Dani Garuti e Mirna Nogueira
Elenco: Julio Cocielo, Thaynara OG, Felipe
Castanhari, Pathy dos Reis, Cellbit, Polado, Rafinha Bastos, Gusta, Cauê Moura, entre outros.
Duração: 132 min. | Ano: 2017
Estreia: 23/02/2017 (Brasil)
Distribuidora: Paris Entretenimento
Estúdio: Paris Filmes
Classificação: 14 anos

 

Sinopse: O filme brinca com o universo das redes sociais e tem como protagonistas algumas das
maiores estrelas da web. Com muita irreverência, a comédia discute a louca corrida pela fama em diferentes
tramas que se desenrolam a partir de uma convenção de youtubers.

E ai, ansiosos para a estreia?

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Internet – O Filme | Coletiva de Imprensa

Na última segunda-feira, 13, aconteceu a coletiva de imprensa em São Paulo de Internet, um filme cheio de humor que reúne 25 youtubers em uma festa!

Na imprensa, tivemos a presença do diretor Felippo Capuzzi e a produtora executiva Renata Rezende, Co-Produtor e Ator Rafinha Bastos, e o elenco Gusta Stockler, Victor Meyniel, Gabi Lopes, Pathy dos Reis, Cauê Moura e Felipe Castanhari. Eles nos contaram como foi a preparação do filme e do elenco.

“Gostaríamos de ter colocado mais youtubers, mas há motivos deles não terem participado, como a agenda lotada deles e os compromissos relacionados ao seus canais no Youtube..”;”..Tanto que nós queríamos muito que o Luba fizesse parte do filme, ele me ligava várias vezes dizendo “eu quero, eu quero” mas ele tem uma agenda bem apertada, e infelizmente não pôde” comentou Rafinha Bastos. E a única dificuldade que eles tiveram de enfrentar, também se tratava disto: em poder conciliar a agenda de todos para que eles pudessem gravar cenas do filme, sem que atrapalhasse o trabalho deles no Youtube.

A entrevista foi bem descontraída e todos eles foram super simpáticos ao responder as perguntas e conversar com todos nós ao terminar. Alguns dos youtubers chegaram a responder se seguiriam carreira ou não. “Eu gostaria de seguir no trabalho de teatro ou cinema..” disse Gusta Stockler. “Eu adoraria, próximo filme só me chamar” comentou Pathy Reis, já o Felipe Castanhari comentou que por enquanto, prefere continuar mesmo no Youtube.

Pelo fato de todos serem próximos e conhecidos, a gravação do filme foi mais uma diversão do que algo burocrático. Os youtubers tiveram a oportunidade de expor suas ideias, e ajudar uns aos outros. Mesmo não sendo atores profissionais (exceto Gabi Lopes), os youtubers procuraram fugir de suas identidades reais e criar outras características nos personagens. “Na cena onde eu beijo a Pathy, por exemplo, foi estranho porque somos ex-namorados na vida real, e ela estava resfriada pra piorar, e tivemos que beijar mais de 400 vezes..” brincou Felipe, com a experiência em atuar.

Todos eles estão empolgados como será a repercussão do filme nos cinemas, que será lançado dia 23 de fevereiro nos cinemas!

Quer saber o que achamos do filme? É só clicar aqui =)

Assista ao trailer:

Gostou do trailer e já está ansioso para ver o filme?

Nos diga o que achou! 🙂