Título: Cidades Mortas

Editora: Chiado
Autor: Dêner B. Lopes
Páginas: 202
Gênero: Distopia


*Livro cedido em parceria com a editora*

Se você é daqueles que gostou de Jogos Vorazes garanto que também gostará de Cidades Mortas. O que achei mais interessante na história, foi como o autor conseguiu criar um mundo semelhante ao de The Hunger Games (Jogos Vorazes), que se passa em um Brasil (ou pelo menos creio eu que seja) denominado de Lisarb.



Cidades Mortas é um evento que ocorre todos os anos em Lisarb, onde eram escolhidos 20 eleitos por meio do voto dos habitantes da nação das 10 cidades, cada cidade deveria escolher um casal de jovens com idades de 15 a 18 anos para participarem do festival.

Arthur, um garoto de 16 anos da cidade do Rio de Janeiro era um dos que corriam um certo risco de ser selecionado para o festival, devido ao fato de seu histórico familiar, seus avôs e pai foram selecionados em festivais anteriores e sobreviveram, no último festival perdeu seu único irmão, que também foi selecionado para o festival, mas no último dia morreu devido a uma traição. Devido ao fato de seus pais já terem falecido a um tempo e ter perdido seu irmão na última edição, Arthur passou a morar em um orfanato, onde era submetido a viver sobre a régia curta e sob ordens de robôs.
Devido a um ocorrido próximo a eleição, Arthur foi preso, e de acordo com as regras do festival, nenhum preso poderia participar do festival. Na cadeia, conheceu William, o único prisioneiro na cela para menores de idade, Will, como sugeriu que lhe chamasse, disse que estava preso a pouco menos de um ano, devido ao fato de ter matado seu pai devido a motivos pessoais que detalhou-os a Arthur. Arthur não foi revistado ao o levarem para a cela, e consigo, no bolso, havia uma caixa de fósforo. Arthur e Will resolveram armar uma forma de fugirem, criando uma distração com fogo, para que o policial carcereiro abrisse a cela e os libertasse, e não é que deu certo?! Os dois conseguiram fugir do departamento de policia mais bem falado de toda a nação.
Por ironia do destino, o ocorrido aconteceu no dia em que se iniciaria o festival, e na “tentativa” de fuga da cadeia acabaram que parando na Cidade Morta do ano no festival. O que parecia ser fácil acabou que se complicando. Diferente de Jogos Vorazes onde ambos além de enfrentarem uns aos outros terem de enfrentar armadilhas dos organizadores, em Cidades Mortas os participantes teriam que sobreviverem de ataques dos robôs programados para matá-los ou roubar seus suprimentos, para isso tinham que se aliar a outros eleitos se fosse o caso e durarem por 2 semanas vivos, o que era um pouco difícil para a quantidade de robôs soltos em toda a Cidade Morta (antigas Favelas). Ao final do festival os sobreviventes teriam direito a 2 pedidos, já os 2 fugitivos que entraram por acaso, caso sobrevivam terão direito a 1 pedido apenas.
Eai, você acha que o(s) fugitivo(s) sobrevivem até o final das duas semanas?!

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Bom pessoal, a resenha de hoje foi essa e espero que tenham gostado.


Se você já leu Cidades Mortas, conta ai o que achou, caso ainda não tenha lido, o que espera?

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