Você mandaria um vilão fazer o trabalho um herói? Imagine uma Realidade onde os contos de fadas existem. Onde, Garotas normais se tornam princesas e/ou rainhas e todos vivem felizes para sempre no final. Será que isso é possível? E os vilões? O que acontece com eles? Para nossa surpresa, alguém enfim imaginou isso.

A história

Gilly é uma garota de família humilde. Ela vive em uma aldeia em meio ao Reino da Princesa Cinderela e, devido as condições difíceis em que vive, Gilly acaba se questionando se de fato o Príncipe e a Princesa são bons representantes e se os finais são mesmo felizes.

Os pais da garota se viram como pode. Mesmo assim a renda final não é de grande ajuda e Gilly começa a ver o roubo como opção. Verdade seja dita, ela é uma ótima ladra e até mesmo se gaba, até o dia em que é pega. Como punição, Gilly é enviada para passar três meses no que ficou conhecido como “Reformatório dos Contos de Fadas” (RCF). Um lugar que ninguem gosta justamente pelo fato de que os professores são ninguem mais nem menos que os próprios vilões de contos de fadas.

Resenha: Escola de Vilões, Jen Calonita O Gabriel Lucas - #OGL

Escola de Vilões – página 32

O Reformatório – Heroi vs vilão

Ou seja, lá é normal por exemplo você andar em um corredor e dar de cara com o grande Lobo Mau. Ou até mesmo se deparar com Miri, o espelho mágico. Mas obviamente bem mais assustador deve ser Ter uma “ex-cruel” Madrastada Princesa cinderela, liderando o reformatório na posição de diretora.

A contragosto e sem ter como escapar, aos poucos Gilly começa a se acostumar com a rotina do RCF. Até mesmo faz amigos como: Jax e Kayla que são um pouco mais normais assim como ela. Porém devido a alguns acontecimentos estranhos, A esperta garotinha continua a se perguntar do quanto um vilão pode ser bom.

Porém,, as coisas vão piorando. Acontecimentos estranhos surgem e o de permanência da garota ali se esgota. Ela se vê no dilema entre ser uma heroína ou se tornar uma vilã e toma uma decisão que mudaria sua vida para sempre. Uma decisão que pega todos de surpresa.

Conclusão

O em si é uma metáfora ao velho dilema entre bem e mal e o quanto eles são relativos e próximos. Durante a , nos vemos na pele de Gilly e inconscientemente começados a partilhar das mesmas duvidas que ela possui na vida: o que de fato é justiça? O que de fato é “fazer o bem”; até onde alguém pode ir por uma crença? O que faz de alguem um vilão ou heroi?

Resenha: Escola de Vilões, Jen Calonita O Gabriel Lucas - #OGL

Escola de Vilões – página 141

O livro é da Única, possui uma bela capa com um material de qualidade. A Diagramação é bem espaçada e a folha é amarela: componentes que tornam a leitura bem mais confortável. Além disso ele é curtinho, possibilitando a leitura em pouquíssimo tempo.

Resenha: Escola de Vilões, Jen Calonita O Gabriel Lucas - #OGL Escola de Vilões
JEN CALONITA
Única Editora
2015
192

Será que um vilão pode se recuperar? Gilly não se considera exatamente uma garota má... Porém, quando se tem cinco irmãos e irmãs mais novos, é preciso ser criativo para ajudar nas despesas. Ela é uma ladra muito boa, e disso tem certeza e pode se gabar. Até ser pega. Depois de roubar uma presilha, é sentenciada a passar três meses no Reformatório de Contos de Fadas – no qual os professores são aqueles antigos vilões que já conhecemos, como o grande Lobo Mau e a malvada Madrasta da Cinderela. Quando, porém, ela faz amizade com alguns estudantes, como Jax e Kayla, aprende que esse reformatório vai muito além de sua missão heroica. Há uma batalha ganhando forma e Gilly precisa descobrir- os vilões podem realmente mudar? Descubra o Lado B dos contos de fadas.