A nova da Disney/Pixar estréia em janeiro, e, a convite da mesma, o #OGL foi conferir.

Viva – , trata-se da emocionante jornada Miguel, um mexicano descendente de um músico, cuja família é de sapateiros.

Seu tataravô é acusado de ter abandonado a esposa e a filha para se tornar cantor, desde então ninguém da família pode tocar, cantar, ou ouvir música. Obviamente, música é a sua paixão !

Resenha: Viva - a vida é uma festa (2018) O Gabriel Lucas - #OGL

Seu ídolo se chama Ernesto de La Cruz, ele aparece em programas na TV e vende muitos discos. O menino tenta imitá-lo, inclusive criando um violão semelhante ao que ele usa.

O dia dos mortos está se aproximando, e cada família deve montar um altar em homenagem aos que se foram, para que eles encontrem o caminho para visitarem aqueles que se lembram deles com carinho. É o dia da festa, da lembrança, da visita. É um dia esperado pelos vivos e pelos mortos.

Nesse mesmo dia haverá, na praça da cidadezinha, um concurso para se tornar cantor mariachi, e em seguida seguir para a cidade grande e disputar a grande final.

Sua bisavó, que teria sido abandonada quando bebê, sempre fala de seu papá, que gostava muito dele e sente saudades.

O menino começa a se aventurar em direção ao sonho de se tornar músico, tentando participar do concurso, mas lhe falta o instrumento.

Resenha: Viva - a vida é uma festa (2018) O Gabriel Lucas - #OGL

No momento mágico em que se apossa do violão de Ernesto, nascido na sua cidadezinha, é transportado para o mágico dos mortos, e os vivos não conseguem mais lhe ver.

Para retornar do “outro mundo” precisa receber as bençãos de alguém de sua família.

Já os mortos permanecem reais nesse outro mundo graças à memória daqueles que os amam, e se lembram deles. Se ninguém se lembrar, desaparecerão.

A temática em si já é bastante corajosa.

Falar de morte e de mortos para não é usual, mas o que essa magnífica animação faz vai mais além . Deixa o assunto leve, poético, belo, e não há como crianças e adultos não se emocionarem.

Os caminhos que levam ao mundo dos mortos são coloridos e iluminados, as casas pobres dos vilarejos são extremamente coloridas, a relação das pessoas que ficam de “um lado ou de outro” do mesmo planeta é tranquila, sem dramalhões ou tristeza. Eles sentem saudades uns dos outros, mas não ficam dramatizando isso.

O menino conta com o apoio de várias pessoas, vivas ou mortas, em sua jornada. E de um cachorrinho de rua (bem feio) também.

Os animais aparecem como mensageiros entre essas duas dimensões,e tomam formas magníficas, coloridas, e inesperadas. Outro ponto positivo para quem criou tudo isso.

A música “tema” gira em torno do lema “lembre de mim”, que é aquilo que todos esperam de seus amados.

Um filme belíssimo, imperdível, que merece ser um sucesso de vendas, por tudo o que traz de belo.

Viva – A Vida é uma festa, estreia em 4 de Janeiro de 2018